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Joilson Gouveia* |
Tendo sido arribado (pelo seu suserano a quem sucedeu) no alto de sua tribuna ou no púlpito de seus elevados tamancos, nos disse o imponente presidente Hugo Mota (doravante HM) formal, oficial ou cerimonial e pomposa, compassada, pausada ou solenemente que NÃO TIVEMOS… (tivemos: é pretérito perfeito do verbo TER) sua fala reflete, infere ou refere ao ONTEM, ou ao tempo ido e findo. Ele está certo! Corretíssimo!
Explico o que
arroga!
Aliás, durante 4 lustros sucessivos, seguidos ou contínuos senão constantes e e/ou por mais de quatro lustros ou exatos vinte e um anos ininterruptos pretéritos “não tivemos” nada disso que TEMOS agora, hoje, atual e/ou recentemente senão cotidianamente!
Contudo, com efeito, por conseguinte, maxime et devida venia, urge desconcordar, pois, é por demais supino, imperioso ou forçoso dizer que, hoje, diuturna, cotidiana, recentemente, atualmente ou no presente temos tudo isso que o HM - que marmota - disse não tivemos (ou termos…).
E como temos… e/ou sofremos e sentimos, desde início e meados de 2019… - tudo culpa daquelas revistas ou sites: Antagonista e Cruzoé!
Marmota: (HM viveu e) vive numa blindada bolha, encastelado ou protegido em luxuosos condomínios ou redoma invulnerável de nobre e nababesca nobreza ou nobilíssima aristocracia tanto quanto os daquela tal alta corte totalmente acovardada, igualmente afastada, apartada, isolada ou desconectada do mundo fatual, real e verdadeiro, ou da dura, nua e crua realidade diária dos pobres indivíduos, pessoas e sujeitos comuns ou simples mortais: os humanos!
HM é um simples integrante da mais alta classe (antes de se arrogar, atrepar, ascender e alçar ao píncaro atual - no momento está presidente ou é presidente - era um mero serviçal conveniente e conivente ou subserviente servil, servo e vassalo de seu ex-chefe - do chamado baixo-clero) dentre os nobres aristocratas nobiliárquicos requintados, chiques ou esnobes da nobreza dessa arcaica oligarquia tupiniquim; não?
Pode ser isso, ou seria, suposta e hipoteticamente ou possível e real uma dissimulada ou escamoteada argirocracia nefasta, funesta e nefanda ou macabra, mórbida e maligna clePTocracia – tal e qual já dissera o Mendes, Gilmar - ingente, indigna e indecente porquanto inconsequente, intransigente, inconveniente e inescrupulosa e/ou insidiosa de ignominiosos ímpios impenitentes impiedosos imorais, ilegais e inconstitucionais, mas muito mais iguais que nós: os desiguais perante à lei; cuja lei - de fato, há lei? Somos todos iguais perante ela? Há mesmo uma lei para todos? -, somente existe e é-nos rigorosamente aplicada.
Nós, simples sujeitos ou reles indivíduos e pessoas comuns tidos ou ditos como cidadãos, eleitores, contribuintes ou espoliados, aviltados e extorquidos pagadores de taxas, tributos, impostos e contribuições ou curiais capachos à mercê de seus pés poderosos, soberanos ou supremos porquanto (acima da ou seriam e são) a própria vigente, vigorosa, viril e vingativa ou vil lei numa asquerosa, abjeta e abstrusa ou absurda, arbitrária e abusiva vindita contumaz vilania de vis vilões!
Abr
JG*
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