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Joilson Gouveia* |
NEM SENHOR NEM GOVERNO E MUITO MENOS EXCELÊNCIA OU EXCELENTÍSSIMO!
Os aparelhos ideológicos dessa nossa mídia mainstream, convencional ou marrom – imprensa-canalha (Millôr Fernandes) -, “com o
tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corruPTa formará um
público tão vil como ela mesma” (Joseph Pulitzer) - e
comprada pelos mandatários de ocasião, repetem diariamente, todo dia e o dia
todo, muito mais que mil vezes (para
ver se torna realidade ou verdade) tentando nos convencer de que há um governo!
Governo? - Desgoverno é pouco… desastroso, degenerado e desviado ou doado, dado e entregue ou distribuído aos membros integrantes, cumpanhêros ou cúmplices da súcia matula escarlate clePTocrata togada de ativistas judiciais [invasiva, intrometida, insuportável, indiscreta, impiedosa, insidiosa e impenitente] inusitada, inovadora, inventiva e criativa corte “suprema e totalmente acovardada”; a saber:
· - “use toda sua criatividade … eleição não
se ganha, se toma … vamos retomar o poder, o que é diferente de eleição …
(eleição é coisa de burguês) … nós derrotamos o bolsonarismo… missão dada é
missão CUmprida … precisamos CUnstruir uma narrativa…um pulítico temqui
mintir….” etc.
Entrementes, digo eu: nem precisa dar atenção mínima aos mesmos…não! Basta não considerar, nem obedecer ou respeitar, nem mesmo cumprir nada vindo desse desastrado, despudorado, [depravado, degenerado, deprimente, degradante] desbragado e deplorável desgoverno.
Ademais, por oportuno, gize-se que é ressabido, consabido, público e notório ou contumaz, perene, pacífica e mansa doutrina jurisprudencial do próprio éssitêéfi descumprir ordens ilegais é mais que dever de cidadania:
- É ser um autêntico, poderoso,
soberano e supremo ou um verdadeiro sujeito
de direitos ou legítimo, livre e consciente ou politizado e civilizado
cidadão democrático, dentro do
Estado democrático, humanitário e de direito, i.e., um estado
(principalmente um governo) submetido,
jungido e subsumido à Carta Cidadã e às leis substantivas e adjetivas de nosso espectro
jurídico-positivo e pacíficas jurisprudência e doutrina!
- SENHOR:
tratamento cerimonioso ou respeitoso dispensado aos homens (Sic.).
- Como
respeitar ou ser respeitoso aos que sequer respeitam constituição, leis e cumprem
aos deveres de seus cargos?
Sendo assim e assim sendo, ab ovo, desde já ou de pronto e de logo, devemos deduzir ou inferir como imerecido, inadequado, indevido e impróprio ou injusto, juridicamente falando, tratar DE e POR SENHOR ao impenitente mitômano e descondenado (um ex-preso solto, mas jamais livre, absolvido, inocentado nem anistiado) pelo e graças ao fidelíssimo amigo do amigo do meu pai - outro camuflado, disfarçado ou dissimulado meliante daquela ORCRIM desbaratada, desnudada ou debelada pela Operação Lava-Jato, o qual roubava processos (desviava e destruía, como confessado pelo mesmo pernicioso alimária) -, que fora posto ou imposto pelo finório e inveterado cachacista etílico na suprema corte totalmente acovardada de um poder judiciário que não vale nada, o que vale é a relação entre as pessoas - entenda-se entre os ditos cujos carcarás sanguinolentos, comparsas, cínicos comunistas, cúmplices e corruPTos dessa mesma ORCRIM escarlate, perigosa, prejudicial e contrária aos dignos, decentes, éticos, honestos, honrados, morais, legais, legítimos e constitucionais interesses e direitos, do Brasil e de todos os seus laboriosos brasileiros!
Aliás, nem senhor nem governo e muito menos excelência ou excelentíssimo - reitere-se -, mormente aos que sequer obedecem, observam, honram, respeitam, cumprem e/ou fazem cumprir com os seus próprios deveres de ofício!
Enfim, já dissemos, repetimos, reiteramos e replicamos: respeito é via de mão dupla, é mútuo, recíproco, bilateral e sinalagmático:
- De lembrar que, na relação Direito-Dever, o respeito é bilateral, sinalagmático (que obriga às partes), recíproco e mútuo, para que haja paz ou convivência tranquila, harmônica, organizada e ordeira (disciplinada) respeitando a si mesmo e aos seus pares e semelhantes (seja igual, superior ou subordinado) para que seja respeitado por eles, tanto no sentido horizontal quanto vertical da hierarquia dos cargos e funções. Como já foi dito e reiterado RESPEITO é bilateral, uma via de mão dupla, recíproco e “daqui prá lá e de lá prá cá”, não se impõe, se conquista e se adquire” In http://gouveiacel.blogspot.com.br/2012/12/crimes-homicidios-assaltos-roubos.html.
Abr
JG*
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