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Joilson Gouveia* |
De
há muito (senão em toda minha existência) tenho sido, sou e serei intransigente,
aguerrido e ferrenho opositor às arbitrárias ou abusivas tiranias ou aos déspotas
e ditadores, carrascos, verdugos e príncipes - especialmente aos tais que impõem seu livre
nuto, alvedrio, talante e vontade e/ou seu-bel-prazer ou têm idiossincrasia infensa,
contrária e fora dos estritos liames legais - sempre pugnei, opus-me e
indispus-me aos seus atos extremistas ou excessivos: arbitrários, abusivos e,
portanto, ilegais e ilegítimos.
Mas
não disse nenhuma heresia, ofensa ou equívoco, falha, engano ou erro: tudo
dentro da mais pura, real, fiel ou restrita e legítima legalidade ou
constitucionalidade de um Estado que pretende, deseja e se diz
ser democrático,
humanitário e direito tal e qual o nosso - aquele jungido, submetido e subsumido e contido no Princípio de Direito
da Legalidade Legítima - tudo com espeque, fulcro, base e esteio nos
fundamentais, essenciais e elementares dispositivos, regras, normas, premissas
e Princípios ínsitos, insertos, estatuídos e previstos ou insculpidos na nossa
mais que trintenária Carta Cidadã de 1988, os quais têm sofridos constantes e
reiteradas vilanias desses vilões togados escarlates,
através de um imoral, amoral, descabido, anômalo, esdrúxulo ou tautológico
senão teratológico ativismo judicial
nunca dantes havido, falado, ouvido ou visto neste país!
É ressabido ou consabido de que nenhum poder que extravase, extrapole, excede e usurpe aos liames e limites legais de seus próprios poderes, competências e funções, ou até mesmo dos demais poderes, mediantes atos, atitudes e ações ilegítimas monocráticas ou colegiadas e coletivas ou plenárias numa inusitada exegese hermenêutica criativa inovadora ou idiossincrática arbitrária, abusiva, excessiva e ilegal ou inconstitucionalmente não pode nem deve ser respeitado – nem deverá ser jamais - enquanto poder nem detém nenhuma autoridade moral nem legítima ou legal, portanto, não merece o mais mínimo respeito, obediência ou consideração!
Entrementes, infelizmente, ainda há sempre um ou outro pseudo cidadão ou analfabeto e semianalfabeto funcional e político ou militante em defesa desses meliantes, bandidos, corruPTos, larápios e até de finórios patifes ou pilantras descondenados graças ao iluminado-poderoso ou fiel amigo do amigo do meu pai - que roubava processos; como confessara o próprio – que fora posto a dedo (9) na suprema corte totalmente acovardada pelo ex-preso e descondenado (solto, mas jamais livre, pois nunca fora inocentado nem absolvido ou anistiado) para estes fins:
- desprender
meliantes (seus parceiros, cupinchas e
cúmplices ou cumpanhêros);
- desencarceramento
ou penas justas);
- Soltos
- só os ex-presos soltos, (mas nunca livres nem inocentes – nem absolvidos
nem anistiados) pelo amigo
do amigo do meu pai, NUNCA absolvidos: petrolão,
mensalão, fundos de pensão e etc; muito embora nenhum deLLes tenha sido absolvido, REITERE-SE; né??🤣✌️👍🤣
Afinal,
para eLLe, o poder judiciário não vale nada, o que
vale é a relação entre as pessoas
(Sic.)
ENFIM:
-
OAB; ABI; CNJ; CONGRESSO NACIONAL, PARQUET FEDERAL, PROCURADORIAS DE
JUSTIÇA E ADVOCACIAS GERAIS OU DEFENSORIAS PÚBLICAS FEDERAIS OU ESTADUAIS DE
DIREITOS HUMANOS, ainda existem neste país?
Abr
JG*
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