Joilson Gouveia* |
Coitados dos partidos: pessoas jurídicas insones e com fome - de poder - que somente lembram das pessoas físicas (enquanto poderoso, soberano e supremo povo: fator real de poder - Ferdinand Lassale) apenas nas eleições, pois que são compelidas a votar nesses partidos e ainda serem vacinados coativamente, como recomendado pelo ilustre PGJ:
onde a lídima legalidade ou imperatividade legítima e democrática que nos force ser imunizados e/ou ter um passaporte vacinal de vacinados quando nem seus próprios fabricantes ou comerciantes e vendedores nos garantem nenhuma eficiência ou pífia eficácia ou sequer têm ciência de seus inimagináveis, possíveis e eventuais ou supostos senão danosos efeitos colaterais!?
Meu vetusto mosqueteiro e veterano parceiro de idos acadêmicos – embora ainda muito jovem -, data máxima vênia, o que se viu de ver nessa fraudemia:
paladinos parlamentares majorarem o fundão eleitoral e/ou partidário - para reeleição dos mesmos - sequer abriram mão de um mísero ceitil, para enfrentamento, controle, mitigação e combate ao vírus sino e salvação desse mesmo povo cruel, mas aumentaram e muito as despesas com seus (deles próprios) planos de saúde!
A confiança que ora se reclama e se deseja aos partidos é a mesma que nos dispensam, conquanto tratam ao povo como reles instrumentos temporários, sazonais desprezíveis e descartáveis ou recicláveis senão periódicos outorgantes legais legitimadores de mantença de um status quo nababesco, nobiliárquico ou aristocrático oligárquico que não querem - mas irão - perder: desta feita, o povo deixou de ser plateia, despertou e virou protagonista!
Acorda,
meu preclaro jurista! A tríade de
dominação (democracia, partidos políticos
e eleições sazonais) será derruída, como referido em meu blog.
Amplexos.
JG*
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