Joilson Gouveia* |
Todo
estudo, análise, pesquisa ou experiência científica, há de fundar-se em dois
aspectos fundamentais: o tempo (espaço) e a geografia (lugar) do tema sub ocullis, sub foccus e sub
examine e, principalmente, dos elementos investigados e neles inseridos, para uma
síntese conclusiva, ilação ou tese que possa lastrear, fundar ou basear
o inferido, aduzido, alegado e proposto, ora estudado!
Nosso
Brasil e, sobejamente, nossos brasileiros e nossas brasileiras, de fato, na
prática e realidade, eram alegres, seguros, contentes e felizes nos idos das
décadas finais dos últimos século e milênio passados, mormente nos idos do
último cinquentenário. Fato irretorquível, inquestionável e de induvidosa
constatação histórica!
Entrementes,
desde que passamos à NOVA REPÚBLICA, que aboliu à “velha
república”, para nos tornarmos numa “progressista
república velhaca”! Notada, publica, notória e comprovadamente,
nos últimos quatros lustros, dos quais, nesses quase três, já foram mortos,
assassinados e ceifados mais de 700 mil cidadãos, vítimas dos chamados CRIMES VIOLENTOS
LETAIS INTENCIONAIS CONTRA PESSOAS HUMANAS,
aquilo que sempre fora conhecido por HOMICÍDIO.
Mas,
a partir daí, iniciaram um paulatino, tenaz, incessante, constante e
sub-reptício processo de superproteção ou de hiper-mega-tera-valorização superdimensionada
de DIREITOS
– QUE ERAM IGUAIS, EQUÂNIMES E EQUITATIVOS PARA TODOS INDISTINTAMENTE
- de certas ditas alegadas, aduzidas e propaladas “minorias”
ou de “excluídos sociais” ou de “falsas vítimas”, inclusive de “perseguidos
políticos” do Estado ou da Sociedade, comunidade e do povo em
geral, menoscabando a ISONOMIA
institucionalizada em 1988, insculpida na CARTA CIDADÃ!
Onde há direitos demais e deveres de menos, desvirtua, deturpa e desequilibra a balança que mensura os princípios e valores da ética, moral e da
cidadania salutar, pacífica e ordeira de convivência social harmônica, segura,
urbana e civilizada.
Aliás,
aqueles que diziam intrépidos, audazes e ousados “lutadores
pela democracia e intransigentes defensores dos direitos civis e
liberdades de livre manifestação do pensamento, de imprensa livre e informações
públicas e transparentes, destemidos paladinos combatentes da corrupção” chegaram
lá onde queriam: PODER! E lá estão há mais de cinco lustros! E todos ricos,
milionários enquanto seu povo permanece pobre mantido por óbolos-migalhas de
suas BOLSAS!
Todavia,
deixaram de circular nas páginas e manchetes políticas, trabalhistas, sociais,
fiscais, financeiras e econômicas dos principais meios de comunicação e
informação e da mídia nacional e internacional, para figurarem hodierna, cotidiana
e rotineira ou diariamente nas páginas policiais, judiciais e criminais.
Fomos
e ainda somos e estamos sendo vítimas do mais escabroso, desbragado, inescrupuloso
e criminoso engano, ardil, logro e estelionato eleitoral ético, moral e social
jamais visto na história mundial, vítimas das mesmas cantilenas, ladainhas e litanias
progressistas que nunca deram certo em nenhum lugar do mundo.
Enfim,
é preciso despir-se, abster-se, despojar-se e desnudar-se de preconceitos –
conceitos preexistentes estribados em ideias, ideais, sobretudo, de ideologias
-, para dissecar, esmiuçar e especificar ou concluir uma tese, mormente quanto à
conclusão açodada, apressada, célere e ligeira, para mim eivada de vícios,
falhas e erros, ao assestar que somos violentos, iracundos e furibundos.
Ainda
que tenham menoscabado, espezinhados e desdenhado das alegrias, virtudes e
paixões dos brasileiros: o futebol (que fora o
melhor, maior e mais vibrante do mundo – trouxeram a COPA para esse fim! Quanta
humilhação, roubos e corrupção!), o carnaval – que virou
coisa de megaempresários ou “coisas para turistas
verem”, acabaram com o samba e os sambistas na avenida, deram
lugar aos espetáculos hollywoodianos e seus talentosos artistas que sequer
sabem sambar) e nossos rios, lagoas, campos, praias, matas e florestas poluídas e desmatadas!
Cidades sem saneamento mínimo!
O
ódio, a ira, a lide, contenda, o ranço iracundo e furibundo, foram destilados,
disseminados e propalados pelas progressistas “cabeças pensantes”
que “odeiam à
classe média reacionária, fascista, estúpida e que é tudo que há de ruim nesse
mundo. Eu odeio a classe média”, que restaram aplaudidas, aprovadas,
enaltecidas e reverenciadas por amplas gargalhadas dos presentes na “plenária de escarlates”
Ademais,
sem falar no famigerado Foro de São Paulo
e nos recentes discursos vociferados por chefes de quadrilhas tidos como presidentes
de centrais sindicais e de movimentos sociais, em esbravejadas falas agressivas,
ostensivas e ofensivas à integridade física, incolumidade psicológica e gravíssimas
ameaças de invasões às propriedades, escritórios, gabinetes, fazenda e casas “deles”,
no “palanque político-partidário-presidencial”, pasmem-se!
Por quais razões? Somente porque mais de 90% do povo
brasileiro pugna, apela, exige e quer usar daquilo que mais usaram, de 1990 a
2002, foram 50 pleitos de PROCESSO DE IMPEACHMENT,
que nunca fora
tido como GOLPE ou GOLPISMO!
Somos
pacatos, ordeiros, urbanos, patriotas, decentes, honestos, honrados,
republicanos, democráticos e de BEM, mas não somos passivos nem seremos covardes
amebas, pústulas, pusilânimes, nem temos sangue de baratas nem somos “acovardados” como as “altas
cortes dessepaiz”!
Bom dia! Melhores dias virão, muito em breve!
Abr
*JG
P.S.: "quando os que comandam perdem a vergonha os que obedecem perdem o respeito" - GL
A verdade sempre será surpreendente, o óbvio é a essência do belo e extraordinário...sua missão é grandiosa, mesmo diante daqueles que por inveja ou ignorância queram apequenar.
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